sábado, 21 de novembro de 2009
Sobre As Proibições
aí veio a lei seca. achei bacana, por conta de alguns manés que insistiam em beber todas e se acharem absolutamente capazes de tomar o volante e acelerar até sua percepção abalada sentir a velocidade na cara, parando sanfonados nos postes da cidade, quando não em cima de alguém.
por um lado até funcionou, embora os índices não tenham abaixado tanto no que diz respeito aos acidentes de trânsito e os nossos queridos policiais terem aproveitado a onda para engordar os bolsos nos fins de semana.
aí não pôde mais fumar em lugar fechado. achei bacana por conta de alguns manés que nem olhavam pro lado pra saber se tinha gente comendo e fumavam ainda assim, ou por outros que acendiam seus amigos-de-todas-as-horas na cara de bebês de colo sem nem perceber, ou pelos tantos que faziam saunas nas casas noturnas e sinucas da cidade e até concordei, quando cheguei em casa de uma festa fechada e meus cabelos não fediam a ponto de dar vontade de passar máquina zero e nem foi preciso cinco lavadas com o shampoo mais cheiroso do banheiro para conseguir dormir feliz e cheirosinha, como tanto me apraz.
agora não pode fumar nem em lugar aberto, se for público. e fiquei com a pulga atrás da orelha.
agora vai ser proibido o côco na praia. e fiquei pensante.
é claro que uma das maneiras de educar a desavisada população é restringir, impôr leis e aplicar multas altas pelas infrações, mas será a melhor maneira? se todas as restrições são por conta de uma parcela de manés que dirigem absolutamente bêbados, ou fumam desrespeitosamente, ou deixam seus lixos espalhados pelas praias, o que fazer quando levada em consideração a outra parcela, os não manés, os que possuem ainda alguma educação e civilidade?
a não ser que seja verdade que os côcos verdes não paguem impostos ao governo e as caixinhas de kero côco (fala sério) paguem, e o povo que quer sempre mais dinheiro use o argumento da sujeira espalhada para retirar nossa delícia de lazer calçadão-fim de tarde-água de côco.
a não ser que nosso papai repressor presidente da república ache bonitinho encaixotar o povo com suas devidas etiquetas pensando que assim está educando alguém, simplesmente pelo fato das coisas ficarem aparentemente mais organizadas.
sempre fui a favor da educação pela liberdade.
somente entregando um bebê no colo de uma criança de três anos ela vai se sentir responsável o suficiente para crescer. mas, se ao invés disso, você proibi-la de se aproximar de seu irmãozinho que ainda é neném, não deixá-la nem perto do berço onde o bebezinho dorme, pode ter certeza de que bastará um piscar de olhos para ela ir até lá sozinha e teimar que pode. e, longe dos olhos de quem pode realmente ensinar e de verdade, educar, será uma grande sorte se ela não deixar o pequeno cair no chão.
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Banho De Chuva
experimente um dia tomar um banho de chuva.
experimente uma chuva forte e fria, um temporal
então deixe uma toalha sequinha perto da porta
então calce um chinelo de borracha
então dispa-se de qualquer vergonha que te impeça de pular em poças, e correr gritando, e rir, e rir, e rir.
melhor ainda se puder ser acompanhado de gente que te conhece, que é pra brincadeira ficar mais divertida.
melhor ainda.
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na volta, é um banho morno e uma roupa seca.
é uma boa noite e uma lavada na alma sem igual.
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segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Faça Você Mesmo
inspirada na cris que, como eu, adora esses guias de decoração no estilo "faça você mesma" e, como eu, está no processo de rearrumação da casa, pensei: caramba! eu bem que aprendi (apanhando!) um bocado com essa estória de mudança e a casa está ficando bonitinha... por que não passar dicas adiante?
paralelamente a isso queria mesmo apresentar minha casa pra irmã que vinha e acabou não podendo vir... fiz umas fotos pra mostrar...
seguem as fotos, e as dicas.
inspirem-se e me dêem dicas também!
1. o quarto.

mistureba de tecidos podem dar um ar interessante! eu tinha um retalho floral super bonito que era a cortininha de um basculante do ap anterior. deu pra uma fronha. voltei na loja, era um tecido antigo, importado, não tinha mais. mas tinha um poá lindo... porque não misturar? pra completar, tinha comprado um tecido listrado para aplicar na parede do corredor, que não ficou bom. mas era tecido à beça... virou lençol! então eu tinha três estampas diferentes que até combinavam, mas daí a colocar meus edredons coloridos (um laranja, outro azul celeste!) junto daquele carnaval ia ficar demais...
uma visitinha à mmartan. caaara... valeu a pena comprar uma capa pra edredom (aproveitei os que já tinha) e uma saia liiinda pra cama, que valeu o preço.
quanto ao armário, vale à pena garimpar em brechós de antiguidades! esse é de jacarandá, quatro portas+cristaleira+gavetões, talhado à mão e metade do preço das madeiras prensadas da tok stok. e o ar antiguinho ficou bem com a sanca!
2. a sala.
essa ainda não tá pronta. mas já dá pra dizer algumas coisas: sofá novo com almofada velha? troca as capas e (como no caso da cama) a mistureba também cai bem! as lojas costumam ter promoções de capas de almofadas no fundo das prateleiras. essas são da casa & video e da vecchio novo.
no detalhe, frufrus que ficam bonitinhos na parede. esse foi feito com arame (importante ter um bom alicate de corte e um outro de bico redondo pra fazer a curvinha) pintado com esmalte (de unhas mesmo!) um nó de cipó que se compra em loja de plantas, baratinho, e uma velinha floral que colei com cola branca mesmo.
problemas de mofo nas paredes podem ser resolvidos também. principalmente no rio que não para de chover. primeiro, um pano com água sanitária pra matar os fungos. depois coloca uma caixa de giz (de quadro negro mesmo) aberta bem embaixo de onde está mofado. esse na verdade ainda não experimentei. mas me garantiram e farei em breve, pois minhas paredinhas que passaram por uma obra há menos de 1 mês já dão sinal de pretume... aff.
paredes coloridas. amo! mas no meu caso, veio na sala do apartamento uma parede de azulejos portugueses! fofa. mas eu ainda queria alguma coisa... fiz só uma tarja azul no tom dos azulejos na parte de cima deles (não fiz foto...!) e no restante das paredes uma camadinha fina de textura (a textura mais fininha que tem, não é daquelas cafonas, só dá uma aveludada na parede) na cor dela mesmo, que é meio gelo. isso foi bom porque a parede estava meio irregular e, com a textura, não precisou emassar. nem pintar. o que barateou em material e menos 4 dias de obras! e ainda, diferentemente do quarto que já deu o tal sinal de mofo, protege melhor da umidade. essas ainda não deram o sinal das bolhinhas, nem amarelado, nem nada.
3. a cozinha.
essa margarida divertida é de um material tipo aquelas mãozinhas que a gente tinha quando era criança que grudava na parede. ficam em qualquer superfície lisa e dão um charme pros cantinhos. servem também para seus amigos espalharem pela casa dando a cara e o jeito deles. bom, pra eles é divertido... existem várias figuras, várias cores. essa é da arkana.
em apartamentos alugados você não vai encarar uma mega obra, certo? e cozinhas geralmente são de azulejo e geralmente eles não estão num bom estado, ficam pretinhos, entre um e outro... vale a pena rejuntar! esses eu nem fiz o rejunte mesmo, passei uma tinta chamada zapt que vende em loja de materiais de construção. ela já vem com o bico aplicador. você passa, deixa secar e tira com uma esponja. é meio chatinho, mas vale muuuito à pena! vê só se não parece novinho!
outra coisa que amo são os ímãs com frases divertidas. meu preferido é o "putz" da imaginarium, que serve de lista de compras ou, no meu caso, também para os amigos caçoarem de mim... e é claro que ímã com telefone de pizzaria ou farmácia 24h é importante. mas vai, são feinhos. esses, ficam escondidos na lateral da geladeira que dá pra parede.
prateleiras. (não fiz foto da minha...!) adoro. na cozinha pode ser pra pôr porta temperos, vidros de mantimentos (amo!), uma louça incrível, qualquer coisa. mas atenção!! procure reparar se a parede que você vai furar fica perto da passagem da água! e, mesmo se achando esperta por reparar, veja se, ainda que seu furo seja depois da torneira e depois do registro, não existe por exemplo a possibilidade de ter ligação com a torneira do tanque (faça o que eu digo, não faça o que eu fiz!)... confesso que levar um jato d'água na cara de surpresa não é tão engraçado quanto as cenas dos trapalhões que a gente gostava quado era criança. ao vivo não é.
;)
bom, por hoje é só!
ainda tem o hall, o banheiro e o escritório. mas esses eu posto outro dia.
quanto aos dias "gastos" nessa brincadeira, afirmo que vale a pena. distrai, mantém a forma (experimenta plainar uma porta!) e deixa tudo com o seu jeito... coragem, vai! experimenta e me conta. vamos tricotar que eu amo brincar de casinha!
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domingo, 1 de novembro de 2009
A Manhã do Intervalo
e esse encontro em intervalos
que é tão descompromisso
e no entanto é tão nosso
que eu finjo que esqueço
mas sinto que ainda posso ser sua
ser dois
ser uma, ser paz
que a cada pausa, um recomeço
que a cada beijo, um reencontro
que a cada vírgula
a criação de um novo ponto
.,.
e nesse disfarçado modo
me surpreendo com o acaso
e sem o conhecido medo
me arregalo em seu sorriso
e deito limpa
sem culpa e sem pressa
em seu divã
e aceito o tempo
servindo o que ainda é nosso
ao amanhã
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segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Mulherzinha ou Menina?
sempre tentei fugir do rótulo de mulherzinha, achava sinônimo de chatinha, enjoadinha, essas características "inhas" que tanto irritam os homens e algumas de nós também.
sempre fui de ter muitos amigos do sexo oposto, talvez por querer escapar da mulherzinha, talvez por não aguentá-las por muito tempo.
portanto (é claro que convivo com muitas) minhas companhias femininas sempre foram do tipo mulherão (é, meninas, e vocês sabem disso!).
detalhes.
o fato é que de uns tempos pra cá andei reparando que parece que os homens gostam disso! parece que o tempo todo eles nos "pedem" para agir assim! talvez para se sentirem mais fortes, ou mais protetores, sabe-se lá o motivo...
sei que cada vez mais reparo em sorrisinhos discretos frente uma cena de ciúme, respostas imediatas diante de uma pirracinha, satisfações sinceras com uma fragilidade qualquer...
pois bem.
e reparando nisso comecei a ficar mais menina, menos provedora e mais "me deixa em casa?", menos a que sai resolvendo tudo sozinha e mais a que aguarda pra ver se alguém se prontifica, menos a que passa a vez e mais a que entra na frente e agradece...
taí.
o negócio é que, como dizem, se acostumar com o melhor é fácil... quero ver agora pra voltar a ser como antes...
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segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Venda em Residência
assim se chamava o evento. o site muito útil, com fotos e preços dos produtos. muita coisa boa e muito cacareco. preços incríveis.
telefonei e uma vovó ficou horas comigo me explicando mil bobagens. entrei pro cadastro e toda semana recebia, no conforto do meu email, notícias do próximo evento: onde, quando, quais os produtos da vez, fotos, preços incríveis, aquela coisa.
os produtos, no caso, eram móveis de uma casa inteira que se desfazia. seja porque o dono foi morar fora, ou porque foi mesmo pras cucuias... eles só anunciavam objetos mais bacaninhas, com cara de antiguidade ou apenas bacaninhas.
eis que me surge uma estante que eu gostei.
sempre fui de querer armário de madeira branco no banheiro e dessa vez nem precisaaava tanto, mas era bonito, cabia no banheiro, tava barato, gostei.
então o evento era domingo.
e era domingo de manhã.
uma notinha ao pé da página dizia "senhas distribuídas a partir das 9h". cedo pra um domingo, pensei. bom, ou o evento bomba, ou eles são ultra organizados, repensei.
eu tinha um trabalho grande pra fazer no sábado e pensei que seria uma boa trabalhar, depois sair já tarde da noite e emendar na rua até domingo de manhã. estante comprada, dormiria o domingo todo.
mas às seis e meia da manhã de domingo desliguei o computador, ainda sem terminar o trabalho, deixando pra outro dia, pois os miolos começavam a fundir com as pálpebras.
dormi uma horinha e meia e acordei não sei como, animada não sei como, tudo pela estante.
então cheguei às 9h10 num leblon bucólico, um predinho antigo, umas vovós bem apessoadas na porta, um rapaz de chapéu francês a la jules e jim, um pequeno buxixo na calçada. peguei a senha numero 20. nada mal.
em uma hora abriria a casa pra tal venda, tempo pra eu sentar na rio-lisboa e tomar um café duplo pra não dormir em cima da cristaleira da senhorinha.
voltei.
agora a portaria já estava bem mais cheia, pessoas com um o ar mais modesto não escondiam o fato das peças estarem sendo vendidas num preço bastante compatível.
sentei num canto e abri a revista fingindo ler o que já havia lido, tentando catar alguma estória interessante pra contar aqui. mas acabei lendo até paulo coelho, tamanho volume e fala ao mesmo tempo, ninguém se entendia, desisti da estória pra contar.
uma moradora que passou fez uma cara de tão desacostumada com aquilo que resolveu voltar antes de chegar ao portão. a entendi perfeitamente.
então faltavam 3 minutos pra abrir.
a senhorinha que distribuia as senhas organizou a fila na devida ordem e comecei a sentir que as pessoas já se conheciam e se comunicavam numa certa euforia.
subimos de cinco em cinco.
na porta da casa, nova fila.
a ordem da coisa era a seguinte (a senhorinha havia me explicado): você recebe uma bolsa na entrada. coloca os objetos que vai querer levar na bolsa, paga e sai. e os móveis? esses, terão uma etiqueta colorida afixada. você tira a etiqueta e põe junto, na bolsa. ela me disse também onde estava a estante que eu queria, pra que eu não perdesse tempo em pegar logo a etiqueta colorida. achei simpático.
voltando à porta, a fila.
alguns já estavam com suas devidas bolsas nas mãos. eu deixei pra pegar a minha quando entrasse.
e a porta se abriu.
as pessoas estavam bastante animadas, eu sorria enquanto pegava uma bolsa um pouco empurrada por um cidadão que estava atrás de mim, provavelmente o numero 21.
então entendi o processo.
era uma boiada entrando apressada, pior do que cachorro faminto, as velhinhas simpáticas se transformaram em animais de unhas afiadas, uma taça se quebrou, ninguém se importou e eu me assustei.
isso deve ter durado 10 segundos.
como eu sabia onde estava a estante, tracei uma linha reta até ela e só queria pegar minha etiquetinha pra sair correndo daquela loucura, enquanto pessoas (?) se estapeavam.
em cerca de 15 segundos após a abertura da porta eu estava diante da minha estante e (pasmem) ela já estava sem a etiqueta.
tentei observar mais alguns minutos para recolher mais alguma estória surpreendente, mas sinceramente preferi curtir meu dominguinho em paz.
ah, e ao vivo ela nem era tão bonita assim...
mamãe sempre disse que o barato sai caro, mas eu entendia a frase de outra maneira.
ufa.
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sexta-feira, 16 de outubro de 2009
A Incrível Bruna
Carta a J.
Chérie,
Não consegui responder de imediato, sua carta ficou me incomodando. Na verdade eu nem precisaria responder porque não foi endereçada a mim, mas você deixou espalhada então li, foi irresistível.
Nem sei direito se me lembro bem das palavras porque tem sido tantas coisas que... tão inúteis. Eu deveria me lembrar de cor e repetir até esclarecer aqui dentro, mas... tanta perda de tempo. E enquanto isso meu caderno está ali, em branco, dizendo que não sou obrigada a dizer nada: se não sei, posso calar-me. Já há besteiras demais no mundo, agora ainda incessantemente propagandeadas pela internet. As coisas têm feito barulho demais? Isso deve ser o segundo sinal da velhice, precisa ver como minhas pernas doem.
Não tenho entendido as aulas, sei que são discutidos assuntos fabulosos, prendo os olhos no professor a cada vez que pronuncia Matisse, é em vão. Desconfio que falavam na língua do pê ontem só para me provocar, tudo o que consegui fazer foi retirar-me e usar dos limpadores de para-brisas e lenços do porta-luvas para chegar até em casa consciente de que minha presença física ali não evitava minha ausência. Estou completamente exausta, não sei se mais cansada por ser quarta-feira ou por tanta precaução. Arrisco o segundo, sinto-me existencialistamente esgotada e isso é o máximo de beleza que eu enxergaria em algum lugar. O meu caso requer um reprocessamento cerebral.
Já o seu caso, minha querida, ah... As coisas são repetitivas sim, você é que não é. É tão bom deixar pra trás o que já não é mais, recomendo veementemente. Meu único medo em relação a isso é não ter fôlego para convencer os outros, eles lhe parecem muito acomodados onde estão? Vontade que tenho de sacudir pessoas, mas por que desejar a elas o incômodo que me assombra? Felizes os outros, na sala de jantar. Os outros não se tornam, eles sempre foram. O que acontece quando nos tornamos o que queríamos ser? Adoraria culpá-los, gritar com eles, expulsá-los daqui! Seguiria com tudo que joguei em cima deles berrando para o espelho. Se eu fosse burra nem perceberia, droga.
Vi que ele respondeu a sua carta e meu conselho de leitora intrusa é que você dê atenção às palavras dele – poder constatar que não mais ou não agora é um crescimento, não tivesse você vivido até aqui não teria discernimento para apreciar ou rejeitar o que lhe é oferecido, mesmo que tenha sangrentamente lutado por aquilo. Só alcançando somos capazes de não querer mais, sem birra ou ansiedade juvenil.
Calma, em breve voltaremos à mesa lotada. Nos juntaremos ao resto na pista de dança e de longe nem dará pra perceber que não estivemos ali o tempo todo. Por ora ficarei por aqui, estas poucas linhas já me causam dúvidas e só não as amasso porque me ajudaram a localizar o norte de novo. Nós estamos mesmo sozinhos. Eu só queria alguém que dissesse “estou aqui”. E sorrisse.
A tout a l'heure.
Postado por Bruna Demaison em Seu Martin